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(Português) 6 dicas infalíveis para pesquisar hotel

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Como escolher o melhor hotel?

Não necessariamente nesta ordem, eis meu método infalível para buscar hotéis no mundo todo:

 

1. Preço

 

 

Coloquei no topo, porque sei que todo mundo, independentemente do poder aquisitivo, sempre pesquisará preço. Não sou uma exceção. Mas, gosto de frisar que preço por si só, não é o fator decisivo e não deve ser analisado isoladamente. Por quê?

De que adianta reservar um hotel barateza se ele fica há 40km do centro? Se fica longe de tudo e todos, inclusive dos meios de transporte? Nessas situações, o barato acaba saindo caro, pois tudo que você “economizou” com o hotel será gasto com uber, táxi ou similares.

Sem contar a perda de tempo, tão precioso nas viagens, todos os dias.

Por isso, separe os hotéis dentro do seu orçamento, mas não pare por aí! Parta para os demais fatores da equação.

 

2. Localização

Como exposto acima, a localização é de extrema importância! As vezes vale mais a pena ficar em um hotel um pouco mais caro, mas que te permitirá acessar vários pontos turísticos e locais de interesse a pé, do que um barato isolado do universo. Nossas pernas ainda são um meio de transporte gratuito, use e abuse dessa prerrogativa!

Além do fator free, não há jeito melhor de conhecer uma cidade e sentir-se um verdadeiro local. Amo me perder por ruelas, me deparar com lojas e restaurantes inesperados e fazer mercado, fugindo das rotas meramente turísticas.

Sei que tem gente que realmente não curte andar. Tudo bem. Então opte por hotéis próximos a meios de transporte, o que nos leva ao item seguinte…

 

3. Proximidade de estações de metrô/meios de transporte

Entre um hotel mais barato longe de uma estação de metrô e outro um pouco mais caro, há poucos metros de uma estação, fique com a segunda. Sobretudo nas cidades grandes com bom sistema de metrô, como NY, Tokyo, capitais e cidades maiores da Europa, o metrô, geralmente, tem preço acessível, encurtando distâncias, poupando, novamente, o valioso tempo.

Sem contar que você vai cruzar com pessoais normais, a caminho do trabalho, da escola, da faculdade ou de suas atividades rotineiras, uma maneira incrível de imergir na cultura.

Para quem vai fazer bate-voltas de trem, por favor prefira hotéis o mais perto possível de estações  principais. Lembre-se: viajar de trem é um charme, mas carregar mala por várias quadras a pé, tira todo o glamour. E ficar pedindo uber, táxi e afins toda vez que precisar se deslocar do hotel à estação e vice-versa vai acabar com sua intenção de gastar menos. Fiquei no hotel One@Tokyo em Tokyo, no Japão, que ficava há, literalmente, 3 minutos da estação de trem/metrô. De quebra tinha um preço incrível e tinha acabado de abrir (você entenderá a importância disso no ponto 4!).

hotel
Fachada do One@Tokyo! Confira o post exclusivo dele!

 

4. Ano de inauguração ou última renovação do hotel

Sempre me ligo ao ano que o hotel foi aberto ou quando foi renovado pela última vez. Parece frescura, mas não é! Quanto mais novo o hotel, via de regra, melhor é a higiene, cheiro, conforto do quarto. Os quartos dos hotéis mais antigos que nunca foram reformados geralmente têm piso de carpete, sistema hidráulico e de ventilação ultrapassados, cortinas, móveis e banheiros velhos que acabam trazendo aquela sensação de “guardado”, o que não é o ideal para uma viagem de férias, não é mesmo? Além disso, rola aquela carência tecnológica: falta de tomadas suficientes e/ou bem distribuídas, internet à desejar e etc.

Em compensação, quanto mais nova a acomodação, maiores as chances de oferecer wifi de qualidade, quartos equipados com saídas USB, dock para iPhone, iPad, amenidades e decoração modernas, piso, mobiliário e banheiros novinhos. Como prova disso relembro o Ruby Marie, novíssimo,  que fiquei em Viena (à época por apenas 59 euros):

Quarto do hostel Ruby Marie em Viena, na Áustria.
Hostel Ruby Marie, em Viena. Super novo e moderno! Com tomadas e saídas USB nos dois lados da cama e amplificador Marshall!
iPad oferecido aos hóspedes do Ruby Marie, em Viena.
Que tal um iPad por hóspede?

No hotel One@Tokyo, inaugurado há 3 meses, há um smartphone por quarto com dados ilimitados! Saiba mais aqui.

Logo, quando estou entre um hotel mais antigo e um mais novo, com preços equivalentes, sempre escolherei o segundo, ainda que seja um pouquinho mais caro.

5. Tem wifi? É pago?

Choquem-se, mas estou sempre conectada! Haha. Brincadeiras à parte, em virtude do meu trabalho o wifi é um fator de extrema importância. Se você também depende dele para trabalhar ou para falar com seus amigos ou seja qual for a razão que você navegue pela web, pense nisso antes de reservar seu hotel. No calor do momento e daquela promo inacreditável, não deixe de verificar se o wifi é livre e se for, se está disponível em todos os lugares. Wifi livre apenas no lobby, não é a mesma coisa que estar online no conforto da sua cama.

Preço bom para mim é aquele que o wifi faz parte e, se possível, em todo o hotel. Hotel barato com wifi pago, não me soa tão barato assim.

6. Café da manhã incluso?

 

Café da manhã do hotel Resol, em Nagoya

 

Café da manhã incluso naquele precinho “bom de mais para ser verdade”, faz meu coração bater mais forte. Sou aquele tipo de viajante que procura fazer duas refeições por dia para aproveitar ao máximo e, também para não torrar tanto com restaurantes. Sendo assim, quando o hotel oferece a principal refeição do dia, esta será a minha escolha, em detrimento do que cobra à parte.

Gostaram das dicas? Me conte nos comentários! E não esqueça de usá-las quando for pesquisar seu hotel, ein? Super recomendo meu parceiro Booking! Na barra lateral direita use o buscador do Booking e adiante sua próxima reserva! Você não pagará nada a mais por isso e ainda vai ajudar o WNP 😉 Compartilhe também com seus amigos!

Advogada por profissão, escritora por hobby e viajante por paixão.

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